domingo, 28 de abril de 2013


Almoço do 57º. Aniversário da Casa da Beira Alta

Fundada em 26 de Abril de 1956, a CBA é a mais antiga Casa Regional do Porto.
O 57º. Aniversário foi condignamente comemorado no dia 27 de Abril, sábado, com o tradicional almoço dos sócios e amigos. A efeméride foi aproveitada para evocar o 50º. Aniversário da morte em 27.04.63 do nosso patrono, Aquilino Ribeiro, e também o 50º. Aniversário da sua honrosa visita à CBA em 10.04.63 em que deixou escrito no livro de honra as seguintes palavras: «Viva a nossa Beira minha boa mãe material que me deu o primeiro pão e não me matou a rebeldia de serrano».
Por todos estes motivos, entendeu a Direção assinalar as datas com um Almoço Aquiliniano, em que foram servidos «pitéusinhos que nos fazem esquecer as misérias humanas», respigados da obra do Mestre. Após uma inspirada e sentida saudação inicial da Presidente, no decurso do muito participado repasto, foram também lidos, por elementos da Direção e outros associados, excertos da sua vasta obra previamente selecionados. Entre eles, um excerto do célebre Malhadinhas, lido pela actriz Olga Dias.
A saudar a iniciativa e a augurar felicidades futuras intervieram vários associados da Casa e ainda um dirigente do Clube dos Fenianos, Sr. Fernando Silva, que nos honrou com a sua presença.
O almoço, animado musicalmente por Carlos Andrade com músicas de Zeca Afonso, Vitorino e cancioneiro popular, decorreu num ambiente familiar e terminou com os tradicionais «Parabéns a você», cantados em uníssono por todos os presentes, e a partilha do bonito e saboroso Bolo de Aniversário pela Presidente da Direção, Ilda Marques, e pelo mais antigo sócio presente, Joaquim Alexandrino, que recordou a sua frequência da casa desde os 16 anos e formulou votos de êxitos futuros.
Ia já longa a tarde quando os sócios e amigos presentes se foram despedindo com sinais de satisfação espelhados nos rostos. E não era para menos… A Festa foi bonita!

























segunda-feira, 22 de abril de 2013



Dia 27, 13:00

57.º Aniversário da Casa da Beira Alta

11,00h: Missa pelos sócios, na Capela das Almas

13,00h: Almoço com ementa aquiliniana:

Entradas:
Pão, torresmos, morcela,
farinheira, chouriça,
bolinhos de bacalhau e azeitonas
Sopa de garvanços
Frango frito com batata salteada,
arroz de cogumelos e couve salteada
Sobremesa:
leite creme, salada de fruta, bolo de aniversário
Bebidas:
vinho, água, sumos, espumante e café
Preço: 20,00 Euros
No decurso do repasto será feita uma evocação da obra de Aquilino, de quem se comemora o 50.º aniversário do falecimento.

Inscrições até ao dia 23 de Abril, 
através do telefone 222 052 838, 
do telemóvel 918 721 819 
ou do email: casadabeiraalta@gmail.com

quarta-feira, 17 de abril de 2013



Dia 25 de Abril, quinta-feira, 21,30h

 «Poesia em Alta» 

Coordenação de Amílcar Mendes

terça-feira, 16 de abril de 2013



Dia 20 de Abril, sábado, 17,30h

Ciclo «Portugal Poético»

Coordenação de Rui Fonseca

segunda-feira, 15 de abril de 2013



Dia 19 de Abril, sexta-feira, 21,30h

Café-Teatro 

«Amanhã recomeçamos» de David Mourão Ferreira
Encenação de José Gonçalinho, com Olga Dias e Amílcar Mendes

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Palestra–recital sobre o poeta beirão 
Luís Veiga Leitão

Dia 6 de Abril, às 16:00
O poeta Luís Veiga Leitão, nascido em Moimenta da Beira, a 27 de Maio de 1912 e falecido em Niterói – Brasil, em 9 de Outubro de 1987


Da obra do poeta destacam-se os títulos:
Latitude, 1950
Noite de Pedra, 1955
Ciclo de Pedras, 1964 (antologia)
Sonhar a Terra Livre e Insubmissa, 1973 (antologia)
Livro de Andar e Ver, 1976
Linhas do Trópico, 1977
Os Poetas do Café, 1981 (antologia9
Longo Caminho Breve. Poesias Escolhidas 1943-1985. Ed. INCM, 1985
Livro da Paixão: Para Ler e Contar, 1986
Biografia Pétrea, 1989
Rosto Por Dentro, 1992
Obra Completa, ed. Campo das Letras, 1997
Poesia Completa, ed. Asa, 2005
A Bicicleta e outros poemas, 2012

A evocação da vida, através do «caminho das pedras», e da sua obra estará a cargo de Maria Teresa Silva.
Nesse dia, Veiga Leitão, talvez nos fale através dos seus poemas, do Porto:
«…Minha cidade de funduras compactas
granitos "dente de cavalo"
entre as quais corre uma língua
de espelhos marginais,
granitos que sobem no ímpeto das torres
e olham, olhos fechados, o sonoro
poente das clarabóias, íris ardendo
Pedras da minha pedra
onde moro e morro.»
Mas, sobretudo falará com /dos grandes amigos que:
«São como as árvores
de grande porte
quando elas partem
as raízes ficam
aquém da morte».